Viagem a Atenas - Dia 1




Bem-vindo à Grécia! Bem-vindo à Atenas!

Chegando ao aeroporto “Elefthérios Venizélos” (ATH), você tem 3 opções para chegar até a região central de Atenas:

- Taxi: duração aproximada de 30 minutos e custo aproximado de 35 euros.

- Metro: duração de 45 minutos (não olhei o preço)

- Ônibus: duração aproximada de 1 hora e custo de 5 euros por pessoa

Ônibus X95 na Praça Syntagma.
Optamos por pegar o ônibus X95 que atende à maioria dos turistas, pois seu ponto final está na Praça Syntagma, em frente ao Parlamento Grego. Talvez por ser um sábado e por não ter trânsito, o trajeto demorou apenas 45 minutos, e pudemos ter um overview da cidade.

Ficamos hospedados no Amália Hotel que fica a poucos metros da parada final do ônibus X95. É um hotel bom, bem localizado, 4 estrelas, com recepcionistas atenciosas e água na recepção para amenizar um pouco o calor do verão ateniense. O quarto é bom, mas o banheiro deixa um pouco a desejar. Nem quem já ficou num Ibis budget pode entender o que estou falando: o espaço para o banho é irrisório!!!

Apesar das dificuldades, banho tomado, é hora de comecar a explorar essa encantadora cidade.

Restaurante: Old Tavern of Psaras

Fomos a pé até o restaurante Old Tavern of Psaras indicado pela recepcionista do hotel.  Bastante charmoso, com mesinhas na calçada e comida saborosa. Pedimos uma Moussaka, prato típico grego bem parecido com uma lasanha de carne e beringela, e um kebab. Meu marido ainda provou uma Cerveja Grega, a Mythos, e adorou. A conta ficou em 35 euros. Embora a comida estivesse bem saborosa, não havia nada de especial. Se estiver nas redondezas, vale a pena uma pausa. Entretanto, não sugiro que você mude seu roteiro apenas para fazer uma refeição lá.


Cerveja Grega: "Mythos"

Saindo de lá, caminhamos uns 600 metros até uma das entradas da Acrópole (não era a entrada principal). O ticket custa 12 euros por pessoa e permite o acesso, pelos próximos 4 dias, a 6 outros sítios arqueológicos da região central da cidade: o Teatro de Dionísio (localizado aos pés da Acrópole), o Templo de Zeus, a Ágora Romana, o cemitério antigo de Keramikós, e a Biblioteca de Adriano.


No Parthenon

A visita ao complexo durou umas 3 horas sob um sol escaldante, o que minou o restante das nossas forças, após o cansativo voo de SP.

Acrópole significa “cidade alta”. Tinham uma função inicial de proteção contra invasores de cidades inimigas. Existem diversas Acrópoles no Mundo e a Acrópole de Atenas é a mais famosa. É um complexo com diversas edificações (Mapa da Acrópole), atualmente parcial ou totalmente destruídas, sendo que o que mais se destaca é o Parthenon, antigo templo da deusa Atena, mas que ao longo do tempo passou a assumir diversas funções. No Museu da Acrópole, ao lado da estação Acrópole do Metrô, é possível assistir um vídeo com toda a evolução do Parthenon, inclusive, como chegou a ser destruído e saqueado.

Optamos por voltar para o hotel e descansar um pouco, não sem antes tirar algumas fotos e observar a troca da guarda que ocorre na frente do Parlamento a cada hora. 



Guardas em frente ao Parlamento Grego.

Palco de recentes manifestações pela situação sócio-econômica grega, essa “praça” me desapontou um pouco. É bem pequena! E a troca da guarda é uma coreografia entre os 2 guardas que lá estão.


Parlamento Grego

Uma curiosidade: eles não estão lá para proteger o Poder Legislativo, mas sim o Túmulo do soldado desconhecido, que está à frente do parlamento.

Taverna "Ta Giuvetsakia"


Após descansarmos, fomos para a região de Plaka com suas inúmeras lojas de souvenirs e restaurantes. Extremamente difícil escolher em qual jantar. Apostamos no “Ta Giuvetsakia” e não nos desapontamos. Pedi uma salada grega (basicamente tomate, pepino e queijo fetta) que estava bem temperadinha e refrescante. Meu marido provou o "Giuvetsi de Ternera", também bastante saboroso. O vinho da casa, entretanto, não estava à altura do restante da refeição. Pagamos por essa refeição 30 euros.

Giuvetsi de Ternera: Delicioso!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Booking.com