7 dias em Portugal - Lisboa (Dia 5)




Dia 5. Quinta-feira. Acordamos e pegamos o ônibus #742 para o Palácio Nacional da Ajuda. Há um ponto de ônibus em frente ao Palácio.

O Palácio foi construído por ordem de D. José I (1714-1777) no alto da colina da Ajuda, para substituir o suntuoso Paço da Ribeira, que fora destruído no Terremoto de Lisboa (1755). O edifício foi construído em madeira para melhor resistir a abalos sísmicos, também ficou conhecido por Paço de Madeira ou Real Barraca.



A visitação do Palácio inclui dois pisos: o piso térreo e o andar nobre. No piso térreo é o onde se situa a maior parte dos aposentos privados e no andar nobre, onde eram realizadas as recepções de gala (Fonte: palacioajuda.pt).




É um Palácio muito bonito para se visitar, mesmo para quem não gosta de Museus/Palácios!



Seguimos caminhando pela Calçada da Ajuda até o Mosteiro dos Jerônimos. Havia uma grande fila para visitar o mosteiro, mas valeu à pena.

O Mosteiro dos Jerônimos, também conhecido como Mosteiro de Santa Maria de Belém, foi construído no Século XVI. Foi considerado Patrimônio Mundial pela Unesco (1983) e eleito uma das sete maravilhas de Portugal (2007). É uma das principais atrações da cidade de Lisboa.


O monumento é composto pelos Portais Sul e Principal, Igreja de Santa Maria de Belém, Sacristia, Capela-Mor, Confessionários, Claustro, Refeitório, Sala do Capítulo, dentre outros compartimentos.



Todos são bonitos, mas o local que mais apreciei foi o Claustro, ou seja, os corredores interiores e o pátio interior (aberto) do edifício, que era um local destinado ao isolamento dos monges, permitindo a oração e meditação. De fato, é muito agradável sentar-se num dos bancos e apreciar aquela arquitetura interior.  


Outro local interessante para visitar é a Sala do Capítulo, onde se encontra  o túmulo e uma exposição de Alexandre Herculano.

“Alexandre Herculano foi poeta, romancista, historiador, jornalista, defensor do Património, lavrador, cidadão íntegro e investigador rigoroso, além de introdutor do Romantismo em Portugal (juntamente com Garrett). Faleceu em Vale de Lobos, a 13 de Setembro de 1877. O seu prestígio provocou, por todo o país, inúmeras manifestações de consternação (Fonte: www.mosteirojeronimos.pt) 



Ao sair do Mosteiro dos Jerônimos, pegamos o elétrico 15E (um tram) até o Cais do Sodré.

Fique atento com suas bolsas e pertences, pois este tram é muito usado por turistas, o que atrai muitos pungistas (carteiristas).

Fomos, então, almoçar no Mercado da Ribeira em frente ao Cais do Sodré.




O Mercado da Ribeira é uma área ampla semelhante a uma praça de alimentação, entretanto, mais refinada. Não é fácil achar lugares para sentar, especialmente, se você estiver em um grupo grande como foi o nosso caso.

Comi um Bife de Alcatra portuguesa no Café São Bento. Paguei 12,90 Euros. O bife estava gostoso, mas o molho de vinagre que eles colocaram estava muito ruim.Os preços do Mercado não são tão baratos.

Pegamos o metrô até a estação Rossio, que fica na Praça da Figueira. E, depois, um tuk-tuk até o Castelo de São Jorge (15 Euros para 6 pessoas). O motorista, muito simpático e bem humorado, nos contou muitas histórias e nos passou muitas dicas ao longo do caminho. 



Da Praça da Figueira, também é possível ir ao Castelo de São Jorge usando o micro-ônibus #737.

O Castelo de São Jorge é uma fortificação construída pelos muçulmanos no Século XI. Seria como defesa para as elites que viviam na citadela, inclusive suas residências.  Situado numa das áreas mais altas de Lisboa (Alfama), é uma das principais atrações da cidade.

A vista de Lisboa a partir do Castelo é fantástica. Vide a primeira foto deste post.

A descida foi caminhando pelos becos e ruelas da região, visitando o Miradouro das Portas do Sol, até chegar a uma estação de metrô.




À noite, fomos jantar no restaurante Bellalisa Valmor, nas proximidades do hotel. É um restaurante com típica cara de cantina italiana.

É recomendável fazer reserva. Fizemos pelo próprio site do Tripadvisor.



Provei um Risotto ala parmegiana (foto acima), com queijo provolone e pera mexido na forma de parmesão (14 Euros), e os vinhos Monte Amarelo (22 Euros a garrafa) e Monte Velho (14 Euros a garrafa). 

Alguns amigos experimentaram spaguetti ou gnochi, que custava 8 Euros o prato. 

Ponto positivo: Comida deliciosa e Preços Razoáveis. 

Ponto negativo: permite-se fumar dentro do restaurante, que é um ambiente fechado.

Para saber mais sobre o restaurante, clique aqui.

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