7 dias em Portugal - Porto (Dia 6)



Dia 6. Na sexta-feira, foi dia de conhecer Porto, a segunda cidade mais importante do país e que deu o nome a Portugal. Antigamente, chamava-se Portus Cale e veio a se tornar a capital do Condado Portugalense, que deu origem a Portugal (Fonte: Wikipedia).


A cidade tem uma boa disponibilidade de voos para as mais importantes cidades europeias e, ainda conta com um voo direto para São Paulo pela TAP.

Pegamos um voo da Ryanair, famosa companhia low-cost, de Lisboa para Porto. Havíamos pagado 10 Euros por cada trecho.

É bom lembrar que, por ser uma companhia low-cost, a Ryanair cobra tudo, bagagem despachada, refeição a bordo e até mesmo o check-in. Venha com o seu check-in pronto. Ademais, para reduzir os seus custos, a empresa não paga as taxas relativas às pontes de embarque e usa terminais ou aeroportos secundários. Portanto, o embarque será feito pelas escadas da aeronave.

Não acho que foi uma boa opção ter vindo de avião para o Porto, apesar de ter sido mais barato que o trem. O voo tem duração e 50 minutos, mas deve-se chegar pelo menos 1 hora antes do horário de partida do voo. Ademais, o Aeroporto da cidade do Porto fica afastado da região central. Se tivéssemos viajado de Alfapendular (o trem-bala português), chegaríamos diretamente à região central da cidade do Porto em 2:40hs aproximadamente.




Chegando ao Porto, pegamos o metro para a região central. Há uma estação anexa ao Aeroporto da cidade do Porto. Entretanto, a frequência dos trens não é muito alta. Tivemos que esperar por aproximadamente 20 minutos para a chegada do metro.





Chovia muito, mas mesmo assim não desistimos de conhecer a cidade. Descemos na estação Trindade, onde visitamos a Igreja da Trindade e a Câmara Municipal.

Diferentemente do Brasil, a Câmara Municipal é um órgão colegiado do Poder Executivo, tendo funções semelhantes a das Prefeituras do Brasil.

Depois, fomos visitar o Mercado do Bolhões. É um mercado de produtos alimentares, mas há lojas e barracas comercializando variados produtos. Havia, por exemplo, uma pequena lojinha com banquetas para degustação de vinho. Entretanto, de forma geral, as pessoas reclamam que o local está degradado e que merece atenção do Poder Público. Chovia dentro do próprio mercado.




Chama, ainda, atenção os símbolos fálicos expostos em várias barracas.





Após o Mercado de Bolhões, fomos visitar a estação Ferroviária de São Bento, onde é possível admirar os seus belos azulejos.





Em seguida, fomos à famosa Livraria Lello. É necessário pagar 3 Euros para ingressar na livraria e o ingresso deve ser comprado numa banca do outro lado da rua. O valor do ingresso é descontado do preço de um livro eventualmente adquirido.




Sinceramente, não achei nada de mais, nem perca seu tempo. A livraria é pequena e estava lotada de visitantes e nem consegui tirar boas fotos. A livraria El Ateneo em Buenos Aires é muito mais interessante e não cobra ingressos.

Ao lado da livraria, há a Cafeteria Bela Torre, onde é possível provar deliciosos Palmiers.

Por indicação de uma amiga, fomos almoçar no tradicional Café Majestic, que fica ao lado da FNAC. 

O Restaurante tem uma bonita fachada e fica num rua de pedestres. Provei o prato “Robalinhos” (18 Euros), que estava bom. Mas, achei o restaurante um pouco apertado. As mesas para 4 pessoas são para tomar café e não para almoçar.




Terminando o almoço, fomos visitar a Catedral do Porto, que fica numa parte mais alta da cidade.



Em seguida, descemos até o Palácio da Bolsa, da Associação Comercial do Porto.

Neste, fizemos uma visita guiada pelo Palácio (estão disponíveis em inglês e português), no qual se destacam as seguintes salas:




a) Pátio das Nações – com brasões das nações amigas, inclusive a do Brasil;
b) Sala do Tribunal;
c) Salão Árabe – lindíssimo salão de atos oficiais, palco de concertos e solenidades.




Fomos, então, caminhar às margens do Rio Douro, onde é possível apreciar a Ponte metálica Luis I (foto inicial), que liga a cidade do Porto a Vila Nova de Gaia.

A ponte é composta por 2 tabuleiros. No tabuleiro superior, passa a linha D do metro e no tabuleiro inferior, pedestres e veículos.




Cruzamos a ponte e fomos para a Cave Calem, do outro lado do rio. A visita e degustação custam 6 Euros. Há opções de visitas guiadas em português, mas não no horário em que chegamos.




Hora de voltar. No caminho passamos pela estátua de D. Pedro I (lá ele é chamado de D. Pedro IV) que teve uma relação muito importante com a cidade do Porto.

Por testamento, ele ofereceu o seu coração à cidade porque viveu na cidade durante o durante o período do Cerco do Porto (1832-1833), recebendo apoio da população. Seu coração encontra-se conservado num mausoléu na Igreja da Lapa. Os demais despojos foram transladados em 1972 para uma cripta no Museu do Ipiranga (São Paulo/SP).

Antes de ir ao aeroporto, não podíamos deixar de experimentar as famosas Francesinhas do Café Santiago.

Cada uma custa 9,50 Euros, mas dá para dividi-la com outra pessoa.

A francesinha tem a forma de um sanduíche e é constituída por linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e bife de carne de vaca ou, em alternativa, lombo de porco assado e fatiado, coberta com queijo posteriormente derretido. É guarnecida com um molho à base de tomate e piri-piri. Os acompanhamentos de ovo estrelado (no topo da sanduíche) e batatas fritas são facultativos. Fonte: Wikipedia

Fomos, então, pegar o metro para o Aeroporto, para voltar a Lisboa.



Porto é uma cidade muito agradável e com muitas atrações turísticas. Certamente, vamos voltar! Espero pegar um tempo bom...


Como falei, não acho que valha a pena ir para Porto de avião, ainda que seja mais barato. É possível ir de Alfapendular, que te leva até a estação Porto – Campanha, bem mais central que o aeroporto. Ademais, o embarque do voo da Ryanair com destino a Lisboa atrasou em torno de 1 hora.

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