Relatos de Viagem: Budapeste - 3




Dia 3.

No terceiro dia, fomos até a região da Praça dos Heróis, para isso, bastou descer na estação de metrô Hösok Tere (linha M1).





A praça dos heróis está situada entre o Museu de Belas-Artes (Museum of Fine Arts) e do Art Hall





Contém um monumento semi-circular, com estátuas de bronzes de 7 personagens famosos da história húngara em cada lado. Ao centro, encontra-se um pilar com uma estátua do arcanjo Gabriel.

Atrás da praça, situa-se um imenso parque da cidade, com diversas atrações:





a) lago com pedalinhos;




b) o castelo Vajdahunyad, que abriga o museu da agricultura húngara (o maior museu de agricultura da europa);




c) o Zoológico de Budapeste;





d) os banhos termais de Széchnyi;

e) o museu do transporte.

Após visitarmos o City Park, caminhamos até a House of Terror (Terror Háza).





O museu conta a história do regime comunista da Hungria, que durou desde o final da 2ª. Guerra Mundial até a transição política em 1989. Apresenta filmes, exposições, documentos, celas de prisioneiros, equipamentos que revelam a repressão aos dissidentes políticos pelo regime ditatorial de influência soviética.

Convém lembrar que a Hungria sofreu dupla ocupação na 2ª. Guerra Mundial (nazistas e soviéticos), o que é lembrado na própria entrada do museu.

Na entrada, há um tanque de guerra acompanhado de fotos de vítimas do regime.

O preço do ingresso é caro (2.000 HUF). É recomendável alugar um guia audiovisual, pois o museu não tem muitas informações em inglês (salvo alguns folhetos que estão disponíveis em cada sala).  Um ponto negativo é que algumas salas/roupas tem um cheiro de mofo.





De lá, caminhamos até o Hotel.

À noite, fomos jantar num restaurante típico húngaro próximo, Kizpiac Bisztró, com excelente serviço e ótima comida local. Provamos o ½ pato grelhado. Delicioso e com bom preço!





Saindo do restaurante, fizemos uma passagem rápida pelas margens do Rio Danúbio, em Peste, para visitar o memorial “Sapatos às margens do Danúbio” (Cipők a Duna-parton), que fica a poucos metros do Parlamento. São 60 pares de sapatos de bronze, com estilo dos anos 40, que homenageiam aqueles que foram mortos pelos nazistas-húngaros.





Eles eram obrigados a retirar os sapatos, eram metralhados ou mortos com um tiro na nuca e seus corpos caíam no Rio Danúbio e eram levados pela correnteza.





Dia 4.

Hora de partir! Pegamos um taxi para o aeroporto de Budapeste, que fica distante do centro. São aproximadamente 30 minutos, sem trânsito. Gastamos 7.500 HUF (R$ 85,00).

Dica: Se for pegar um voo após às 8hs, é importante considerar, pelo menos, uma hora de deslocamento.

Budapeste se revelou uma cidade BBB, boa, bonita e barata para os padrões europeus. 

A cidade tem um bom sistema de transporte (metrô, ônibus e tram) e boa parte da cidade é amigável ao pedestre (especialmente na região de Peste, que é plana). Ao contrário do que me disseram, muita gente fala inglês na cidade, pelo menos, o suficiente para a comunicação básica do dia-a-dia.  




Três dias não foram suficientes para explorar todas as atrações desta incrível cidade. Vamos voltar!

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