Belém (dia 2): Ilha do Mosqueiro



Relatos de Viagem a Belém, Pará. No segundo dia, fizemos um passeio para a Ilha do Mosqueiro, um distrito de Belém, localizado a 80 km do centro da cidade (distância de carro). A ilha do Mosqueiro tem belíssimas praias de rio e costuma ficar lotada nos períodos de férias.

Poderíamos ter alugado um carro, mas preferimos contratar os serviços de um motorista indicado pelo hotel.

É o Rodrigo Quaresma. Muito simpático e atencioso. Adora contar estórias de Belém e mostrar os diferentes atrativos da cidade para os turistas. Sempre que queríamos ver algo diferente do trajeto original, ele fazia uma parada para nos mostrar. O seu carro é um Fox (cabem 3 ou 4 pessoas). Seus pais moram na Ilha do Combu, onde mantém um Restaurante chamado “Maloca do Pedro”. Contatos: Whatsapp: (91) 99232-9944



No caminho, paramos na Basílica Santuário de Nazaré. Belíssima! Simplesmente é uma das mais bonitas que já vi no Brasil.




Após 1h30 minutos de viagem, passando pelas cidades de Ananindeua e Marituba, chegamos ao Mosqueiro.

Há um Portal na entrada da Ilha do Mosqueiro, mas não vale uma parada.

A saída de Belém por terra é feita apenas pela BR-316, que fica sempre bem congestionada. Até mesmo no Domingo! Depois, pega-se a rodovia PA-391.



Primeira parada foi na Praia do Paraíso, no Restaurante Nika. Segundo alguns amigos paraenses, esta é a melhor opção naquela região.





A praia fica em frente e é bem gostosa para banho.

Após comer alguns petiscos, passamos a percorrer as demais praias do Mosqueiro. 





Uma mais agradável que a outra.





Passamos por Marahú, São Francisco, Murubira, Chapéu Virado, entre outras...


Praia Porto Arthur

Aproveitamos para fazer uma pequena parada na Sorveteria Cairu, nas proximidades da Praia Porto Arthur.





E, por fim, uma visita ao Hotel Farol, construído por imigrantes alemães após a 2ª. Guerra Mundial. O hotel tem uma agradável vista da praia.





E, em seguida, à Vila de Mosqueiro.






Retorno para Belém.




Em Belém, fomos provar algumas comidas típicas paraenses no Tacacá do Renato, um pequeno restaurante na região central. 




Bem recomendado também é o Tacacá da Maria, entretanto, como a maioria dos locais que vendem Tacacá, você come na rua, em pé, ouvindo o barulho dos carros. Por isso, nosso guia optou por nos levar ao novo estabelecimento do Renato, pois tem mesinhas: bem mais turístico! Eu gostei!!

Depois, fizemos uma parada no Portal da Amazônia para tirar algumas fotos do Por do Sol.





O portal da Amazônia fica ao lado do nosso hotel. É uma orla construída às margens do Rio Guamá, onde jovens e famílias se reúnem no final da tarde.





Dica: Por razões de segurança, evite visitar o Portal da Amazônia em períodos em que o local estiver ermo.


Antes de chegar ao hotel, uma pequena parada no Portinha, uma lanchonete muito famosa, que vende salgados e bolos. O preços não são baratos. R$ 7,00 um salgado. Sinceramente, eu não gostei dos salgados, mas os bolos de castanha com chocolate estavam deliciosos... vale a pena? Não!!!

Ponto Negativo: O lugar é pequeno, lotado e a atendente estava de mau humor.

À noite, fomos ao restaurante italiano Paprika, que fica ao lado da Catedral da Sé.

Pedimos um Risotto Gorgonzola, mas estava bem mais ou menos. O restaurante tinha várias mesas reservadas e o atendimento não era muito bom. Não recomendo!

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