Relatos de Viagem a Lima, Peru (dia 4): Museus




O quarto dia dedicamos a visitar alguns museus de Lima.

Pegamos um Uber até o Museu Larco, fundado por Rafael Larco Hoyle, considerado um dos pais da arqueologia peruana. 




Ele dedicou-se a estudar os tesouros do antigo Peru, realizou estudos estratigráficos e escreveu diversos textos científicos acerca do tema.




O museu contempla diversas peças, obras e vestimentas do antigo Peru. 




Há painéis descrevendo as cerimônias e sacrifícios que tinham lugar nesta época.




Há, ainda, um incrível estoque de peças que é acessível aos visitantes.




A entrada do museu, toda florida, nos encantou!




A entrada custa 30 soles (aprox. 30 reais). O museu fica no bairro Pueblo Libre. Tem que ir de taxi ou uber.




De lá, seguimos para o Museu LUM – Lugar de la Memoria, la Tolerancia e la Inclusión Social




Trata-se, basicamente, de um museu sobre os grupos terroristas Sendero Luminoso e Movimento Revolucionário Tupac Amaro (MRTA) e das operações do Estado para combater estes grupos.




Vale uma visita, pois, nele  aprende-se muito sobre o que acontece no Peru nos últimos 40 anos. 




Não se faz apologia a grupos criminosos, pelo contrário, mostra-se o quanto estes grupos provocaram o sofrimento da população peruana.




É mantido pelo Estado e a entrada é gratuita.

O LUM fica próximo à Avenida do Exército, não muito distante do shopping Real Plaza Salaverry.

Seguimos caminhando até o centro comercial, onde almoçamos no Restaurante Tanta, indicado por um dos taxistas.




Provei um Mojadito, um prato de pescado com mandioca. Um pouco picante, mas muito gostoso!

Saiba mais: http://tantaperu.com/wp-content/uploads/2015/10/2015-oct-carta-principal-interior-es.pdf




Pegamos um uber até o Museu do Banco Central (BCRP Museum), na região central da cidade. Alguns taxistas se recusaram a nos levar, alegando que o trânsito estava muito pesado.




Esperava que o Museu fosse dedicado à atividade do banco central (moedas, etc.). Entretanto, não é sobre isso. 



O Museu tem 3 pisos que exibem arte (contemporânea), artefatos arqueológicos e pouquíssimas moedas.




O Museu tem pouca informação escrita. A vantagem é que a entrada é gratuita.




Se estiver pelo centro, acho que vale uma passada por lá. Caso contrário, é melhor ir ao Museu Larco.




À noite, fomos jantar no Restaurante José Antônio, próximo ao hotel. O restaurante, apesar de bem elogiado no Tripadvisor (Certificado de Excelência), não vale a visita! 




Em primeiro lugar, é caro. Além disso, a comida não é tão saborosa assim. Os garçons ficavam tentando “empurrar” alguns pratos, couverts, sobremesas...




Eu provei um prato de carne com "Spaguetti a tres salsas".  Mais ou menos...

Em seguida, fomos novamente ao shopping Real Plaza.


Uma dica é comprar eletrônicos em Lima. Um notebook que custava 2.500 reais no Brasil, saia por 1.500 reais numa das lojas do centro comercial.

Há outros museus interessantes em Lima, como o Museu do Ouro, o Museu de Arqueologia, Antropologia e História, o Museu de Arte de Lima, mas, vão ficar para outra oportunidade....

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