Relatos de Viagem: Zagreb, Croácia (dia 2)




No segundo dia em Zagreb, tomamos café no hotel e saímos para explorar a cidade.

Passamos pela Praça Rei Tomislav, pelo Parque Strossmayer e pelo Parque Zrinjevac, todos a um quarteirão de nosso hotel.

São três praças/parques, em frente à estação central de trem de Zagreb, muito agradáveis para o turista apreciar.




A Praça Rei Tomislav, que é a mais próxima da estação, foi construída em homenagem ao primeiro rei da Croácia (925-928), que defendeu a parte continental do país contra os ataques húngaros.

A praça é o ponto de encontro de locais. Na época em que visitamos, era comum ver jovens, adultos e crianças, sentados por já, jogando conversa fora, fazendo picnic, etc.





Na praça, há um belíssimo edifício amarelo, o Art Pavillion, que é uma galeria de arte fundada ainda no século XIX.

No Parque Strossmayer, consta um monumento em homenagem ao bispo católico romano, político e benfeitor Josip Juraj Strossmayer, do século XIX. Strossmayer teve um papel importante na obtenção de direitos dos eslavos/croatas na monarquia dos Habsburgos. Defendia, dentre outras coisas, a introdução da língua croata na administração pública e nas escolas.




O Parque Zrinjevac é o mais próximo à região central. Um belo espaço verde, arborizado, com fontes e, enfeitado de flores na primavera.





Seguimos, então, em direção à Praça Ban Josip Jelacic, a praça principal de Zagreb, próxima a diversos pontos turísticos da cidade. Na praça, havia uma pequena feira de artesanato e outros produtos em algumas bancas de madeira. No local há também estações de tram. Ah, tem Wi-fi gratuito também! Uhuuuu!





De lá, segui para visitar a Catedral da Assunção. É uma subidinha a partir da praça principal.





A Catedral da Assunção ou Catedral de Zagreb é o mais alto edifício de toda a Croácia. Seus ‘pináculos’ (pontos mais altos) podem ser vistos de várias partes de Zagreb.





A Catedral, como o próprio nome indica, foi dedicada à Assunção de Maria e aos Reis St. Stephen e St. Ladislau. Foi construída no Século XIII, mas reformada no final do século XIX.




A entrada é franca. Vale uma visita rápida!





Em seguida, fui até o Museu das Relações Rompidas, uma das atrações que mais estava esperando.

Para chegar lá, você deve seguir em direção à Torre Lotrščak e ou à Igreja de São Marcos, uma igreja situada na Old Town, que se destaca pelo brazão da Croácia no seu teto. Da parte baixa da cidade, siga pela rua Ilica entrando na Tomiceva Ul. você tem a opção de subir de funicular ou por uma longa escada. Logo, você encontrará a torre e a poucos metros da torre, o Museu. Estamos na parte mais alta de Zagreb, na Old Town.




O Museu das Relações Rompidas (Museum of Broken Relationships) é dedicado aos relacionamentos que não deram certo. Contém os objetos pessoais dos amantes acompanhados de uma descrição do seu significado/importância. O conceito que está por trás do museu é de que os objetos contém ‘hologramas’ de memórias ou emoções vividas durante esse relacionamento.

Surgiu a partir da ideia de 2 artistas croatas, que mantiveram um relacionamento amoroso por 4 anos e que, após a separação, sentiram dificuldade em dividir os objetos comuns. Resolveram, então, montar um museu com os objetos resultantes deste relacionamento. Solicitaram aos amigos que doassem objetos deixados pra trás, após os seus relacionamentos rompidos.




Confesso que a ideia do museu é mais interessante que o museu propriamente dito. Algumas estórias são um pouco tristes, como a de um filho que perdeu/se separou dos pais muito cedo e deixou apenas um brinquedo para representar essa relação. Há outra como a do machado que até achei engraçada à primeira vista ...





É possível fazer uma visita virtual ao museu:

A entrada ao Museu custa 30 kunas, aprox. R$ 13,50. O Museu está aberto de 9 às 21hs, no inverno, e de 9 às 22:30hs, no verão.





De lá, seguimos para a Torre Lotrščak, uma torre de defesa localizada na cidade antiga de Zagreb, cuja construção remonta ao século XIII.





A torre permite uma incrível vista panorâmica da cidade. Mas, antes, você terá que enfrentar vários lances de escadas, passando por algumas exposições e por um canhão.
De qualquer forma, o panorama lá de cima é recompensador.




O ingresso custa 20 kunas para adultos.

Já era tarde e precisávamos almoçar. Seguimos, então, fazendo um passeio na Old Town.




Passamos em frente à Igreja São Marcos  e visitamos uma das farmácias mais antigas do mundo.











E passamos pela Stone Gate, um portal medieval para a Old Town, que também é considerado um local sagrado.










E de lá seguimos até a Rua Ivana Tkalčića, também conhecida como Tkalčićeva Street, que é uma rua de pedestres, na região de Zagreb, onde estão localizados diversos bares, lojas e restaurantes. 









É o ponto de encontro nas noites de Zagreb! Mas, muitos estabelecimentos estão abertos durante o dia também!





Almoçamos no Restaurante History & Village. Um salmão acompanhado de uma Cerveja de Montenegro. Prozit!





Retornamos ao hotel, descendo pela rua, e chegamos ao famoso Mercado Dolac, um mercado organizado de frutas/verduras. Mas, àquela hora já estava fechado.

À noite, fomos à cidade apenas para comer um lanche na padaria Dubrovica.

Fica a dica: Neste dia, compramos numa banca um Chip de Telefone (Sim Card) da empresa T-Mobile por 85kn. Internet e Telefone por 7 dias corridos. Excelente conexão! 

No dia seguinte, continuamos a explorar Zagreb
A primeira impressão da cidade foi ótima!


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