Atacama (dia 3): Valle de la Lua e Valle de la Muerte


No terceiro dia, também foi possível acordar mais tarde. O passeio só começava à tarde. Nesse dia, conhecemos o Valle de la Luna e o Valle de la Muerte, atrações que ficam muito próximas a San Pedro de Atacama (em torno de 6km). Tem gente que vai para lá de bicicleta. A altitude gira em torno de 2.500 metros.







Miradouro Pedra do Coiote (Piedra del Coyote)



Nossa primeira parada foi no Miradouro Pedra do Coiote. Esse nome vem do desenho do Papa-léguas e do Coiote. A pedra lembra aquela na qual o coiote ficava e acabava caindo.

Infelizmente, não foi possível chegar próximo à pedra, que estava quebrada, mas de lá de cima é possível ter uma visão ampla do Vale da Lua.

Valle de la Muerte



A segunda parada foi no Mirador do Vale da Morte. Foi necessário subir a uma duna imensa para chegar ao Mirador. A vista de lá é impressionante! O Canyon oferece a visão de belíssimas formações rochosas!





Observei que é possível ir de carro até o outro lado do Canyon, mas é necessário pagar para isso.

Só uma curiosidade: há uma teoria que diz que o nome "morte" foi atribuído ao vale de forma equivocada. Um jesuíta belga quando esteve por lá teria chamado o local de "Vale de Marte" em razão das terras avermelhadas do local. A palavra "marte" no local teria sido entendida como "morte". 

Valle de la Luna



A última parada foi no Vale da Lua. O vale tem esse nome pela sua conformação parecida com a superfície lunar. Está localizado a 12 km de San Pedro de Atacama.

Fica a dica: A atração é próxima e dá para visitar lá de bicicleta. Há várias lojas em San Pedro de Atacama que alugam bicicletas! O Vale da Lua fica no caminho para a cidade de Calama. Leve água e use protetor solar!

O vale está localizado na chamada Cordilheira do Sal, um lago emergido, formado a 23 milhões de anos.

São vários os atrativos no Vale da Lua, tais como, o Anfiteatro (uma formação rochosa que lembra uma grande arena ou estádio), as Cavernas de sal, as Três Marias ou Los vigilantes (rochedo de 3 pontas), e a Duna Mayor.

Infelizmente, nem todas as atrações faziam parte do nosso tour. As Cavernas de Sal faziam parte do percurso, mas não foi cumprido pela agência.



A entrada no Valle de la Luna custa 3.000 pesos, pagos à parte.




Em primeiro lugar, fazemos uma caminhada na região mais baixa, onde a cor branca do sal se destaca.



Há espaços delimitados para a caminhada e fiscais ambientais controlando o deslocamento das pessoas. Não é possível caminhar na areia com sal. Sujeito à multa.

Subida à Duna Maior (Duna Mayor ou Gran Duna)

Os ventos frequentes na região deram origem a várias dunas no Vale. E a Duna Maior originou-se de uma grande acumulação de areia em razão de barreiras naturais. Tudo isso ao longo de anos...



Terminada a caminhada pela região baixa, começa uma trilha em direção ao Miradouro da Duna Maior. São 10 a 15 minutos de caminhada para apreciar um belíssimo Por do Sol.  

A dica é subir pelas pedras laterais, sem ultrapassar os limites permitidos. Caminhar pela areia fofa na parte central do caminho é mais cansativo.




Após a caminhada, a vista de lá de cima é recompensadora. O guia nos levou até a ponta da duna, sem a concentração de turistas, onde apreciar o por do sol foi ainda mais impressionante. 




A vista é da chamada “Cratera Central” do Vale.




Hora de retornar a San Pedro com a certeza de ter feito belíssimos registros do lugar.








Restaurante Blanco



O restaurante que mais recomendo em San Pedro de Atacama é o Restaurante Blanco, na Rua Caracolles esquina com a Rua Calama. É bem fácil de identificar pela cor branca e costuma abrir somente para o Jantar.





O restaurante é excelente, chique para os padrões locais, com bom atendimento e comida deliciosa. O preço não é tão absurdo.





Nesse dia, provamos um Salmão com Pera e um Crocante de Quinoa com Carne. Pratos simplesmente deliciosos!





Hora de retornar para o Hotel. No dia seguinte, iríamos acordar bem cedo para visitar os Geysers el Tatio.




Emerson Cesar
Emerson Cesar

Aos 45 anos de idade, Emerson é um aprendiz de fotógrafo que tenta registrar da melhor maneira as experiências de viagem. Começou a descobrir o mundo há 10 anos e já visitou 61 países. Gosta de caminhar a esmo pelas cidades mundo afora, observando as pessoas, as construções e os lugares. É formado em Engenharia e Direito.

Nenhum comentário:

Postar um comentário