São vários os erros que você pode cometer ao comprar passagens aéreas. A boa notícia é que eles são perfeitamente evitáveis! Neste artigo, destacamos os 18 principais equívocos para você tomar cuidado na hora de adquirir o seu bilhete aéreo.

1. Conexão de madrugada

Conexões de madrugada não são comuns em voos domésticos no Brasil, mas podem surgir como alternativas em voos no exterior. A minha recomendação é evitá-las, especialmente, se os voos forem de curta duração.

Nessa situação, você não consegue dormir bem no primeiro voo, pode ficar desatento nos procedimentos para conexão, e ainda chega “quebrado” ao seu destino em razão da interrupção do sono.

Tive uma experiência desagradável certa vez num voo de madrugada entre Cebu (CEB) e Bangkok (BKK), com conexão em Manila (MNL). Com muito sono, acabei perdendo o meu notebook durante os procedimentos de conexão na capital filipina.

2. Conexão com mudança de aeroporto

Ao pesquisar trajetos internacionais, é comum aparecer opções de voos com conexão e mudança de aeroporto. Isso pode acontecer quando as conexões são realizadas em grandes cidades, tais como, São Paulo, Rio de Janeiro, Londres, Nova Iorque ou Paris, que possuem mais de um aeroporto.

Exemplo: um trajeto de Madri (MAD) para Brasília (BSB), pela Latam, pode ser feito com dois trechos: Madri (MAD) – Guarulhos (GRU) e Congonhas (CGH) – Brasília (BSB), ou seja, você desembarcará em Guarulhos e reembarcará em Congonhas.

Esqueça essa opção!

O deslocamento entre os aeroportos é por sua conta. Ademais, você terá que retirar a sua bagagem num aeroporto e despachá-la novamente no outro aeroporto. Com o trânsito das cidades grandes, você corre sério risco de perder a sua conexão. É verdade que algumas companhias aéreas disponibilizam ônibus para fazer o trajeto, mas o mais provável é que você tenha que pagar o translado do próprio bolso.

3. Conexão internacional curta

Ao comprar voos com conexões internacionais, ou seja, aquelas em que terá que realizar os procedimentos de imigração e/ou alfândega, você deve ficar atento ao tempo de conexão.

Se for menos que duas horas, não compre esse voo! O tempo mínimo razoável é de 3 ou 4 horas. É necessário deixar uma margem de segurança, pois muitas coisas podem não correr conforme o planejado, tais como:

  • o primeiro voo pode atrasar;
  • o desembarque do primeiro voo pode demorar;
  • pode haver filas enormes na imigração e alfândega;
  • você pode ser selecionado para a inspeção secundária;
  • a distância entre os terminais de desembarque e reembarque pode ser grande, exigindo tomar ônibus ou trens ou ainda caminhar por vários minutos até chegar ao seu novo portão de embarque.

Além disso, quando a conexão é curta, maior a chance de extravio da sua bagagem despachada.

Lembro-me de uma conexão que fiz no Aeroporto de Frankfurt (FRA) com destino a Münster – Osnabrück (FMO). Como o voo atrasou, tive menos de uma hora para sair da aeronave e chegar até o segundo voo. Naquele imenso aeroporto, tive que sair correndo de um dos terminais até outro por um caminho não tão simples. Por pouco, consegui embarcar, mas a minha mala não chegou a Münster junto comigo.

4. Deixar para comprar na última hora ou muito cedo

Já explicamos aqui que os preços das passagens aéreas para um mesmo voo na mesma classe de serviço variam com o tempo. O gráfico a seguir apresenta um exemplo dessa variação.

Preço das Passagens Aéreas em função do tempo
Preço das Passagens Aéreas em função do tempo

Isso tudo sugere que há uma janela de oportunidade para você obter as melhores tarifas. Nem muito cedo, nem muito tarde.

De qualquer forma, se você comprar a passagem muito cedo, é bem provável que pague menos que se comprá-la em cima da hora, ainda que não consiga pegar as tarifas mais baratas.

5. Não verificar a aeronave e a configuração dos assentos

O tipo de aeronave e a configuração dos assentos são fatores que afetam muito a sua experiência de voar. Voar, por exemplo, na classe econômica do Airbus A380 com configuração 3-4-3 é melhor e mais espaçoso que voar no Boeing 777 com a mesma configuração de assentos.

Ademais, uma mesma aeronave pode vir configurada de forma diversa. Os Boeings 777 da Emirates tem configuração 3-4-3, enquanto alguns da Qatar Airways podem ter a configuração 3-3-3.

Por isso, é extremamente importante que, ao comprar sua passagem, você confira a aeronave que será usada e a configuração de assentos.

O site SeatGuru é muito útil para isso, informando inclusive a distância entre os assentos (pitch) e a largura da poltrona.

Essa medida é ainda mais importante para quem viaja de Classe Executiva, pois esta varia muito de companhia para companhia e de aeronave para aeronave.

Em aeronaves de corredor único (Airbus A320 ou Boeing 737, por exemplo), as executivas podem consistir, tão somente, dos assentos normais da econômica com um mero bloqueio no assento do meio. Neste caso, você deve refletir se vale mesmo à pena para pagar pela Executiva.

6. Erros no preenchimento dos nomes dos passageiros

Para o preenchimento do nome e sobrenome do passageiro no momento da compra, a minha dica é bem simples: preencha os campos exatamente como constam do seu passaporte.

Exemplo: Se no passaporte do João da Silva Ferreira consta como Nome “João da Silva” e Sobrenome “Ferreira”, é dessa forma que ele tem que preencher os campos Nome e Sobrenome na compra da passagem Aérea.

Entretanto, no caso de nomes compostos, a maioria das companhias aéreas admite que você inclua na passagem, tão somente, o primeiro nome e o último sobrenome. No exemplo acima, “João” e “Ferreira”.

Entretanto, se o seu sobrenome termine com Júnior, Neto, Sobrinho, ou outra palavra que designe parentesco (agnome), você deverá incluir também esta palavra.

Se o nome fosse “João da Silva Ferreira Júnior”, você deveria incluir “João”, no nome, e “Ferreira Júnior”, no sobrenome.

Erros de grafia, alterações de posição de nome/sobrenome, inclusão ou exclusão de componentes do nome em razão de casamento ou separação são muito comuns e podem levar à negativa do embarque, especialmente, em voos internacionais.

A dica é corrigir o(s) erro(s) antes de tentar embarcar, ou seja, não adianta tentar resolver o erro no momento do check-in.

Entre em contato com a companhia aérea (ou com a agência que emitiu a passagem) com antecedência e procure fazer a correção do nome e sobrenome na passagem aérea.

A Latam, por exemplo, não cobra taxa para fazer a alteração desde que esta não altere o sentido do nome. É possível, por exemplo, corrigir até 3 letras do nome ou sobrenome, inverter a ordem dos sobrenomes ou de nome compostos, omitir o primeiro nome de um nome composto, ou mesmo, ajustar o nome ou sobrenome por não utiliza-los mais legalmente (casamento, adoção, troca de sexo, etc).

7. Falta de atenção às datas e horários dos voos

Às vezes, a passagem pode estar barata em função de o voo ser muito longo, com várias conexões ou escalas. Num post anterior, explicamos os cuidados que você deve ter com as “promoções” de passagens aéreas. Confira aqui!

Ao comprar passagens aéreas, fique sempre atento aos horários e datas dos voos.

Em determinados voos para a Ásia e para a Oceania, você pode acabar chegando dois dias após a partida (D+2), o que significa que você deverá programar a sua viagem no destino a partir deste dia, incluindo a reserva dos hotéis.

Voos após a meia-noite podem gerar confusão. Por exemplo, se você comprar um voo que decola às 00:05hs do dia 20, deverá estar preparado para viajar à noite do dia 19.

Uma dica importante, em qualquer caso, é sempre manter o relógio ajustado ao fuso local.

8. Deixar de verificar as regras da sua tarifa

Com a desregulamentação tarifária, as companhias aéreas, no Brasil e no exterior, passaram a cobrar bagagem despachada, reserva de assentos, alimentação etc. As empresas, em regra, oferecem diversos perfis de tarifa, englobando ou não os serviços adicionais. Cada perfil tem ainda as suas regras de reembolso e alteração.

É importante ficar atento ao que está ou não incluído no perfil de tarifa escolhido. Muitas vezes, as pessoas contratam o perfil mais barato e se surpreendem com as cobranças adicionais na hora do check-in.

9.  Adquirir passagens em agências online

Em artigos anteriores, indicamos os melhores sites para você comprar passagens aéreas domésticas e internacionais. Como regra, o melhor lugar é no próprio site da companhia aérea. Há exceções (leia os posts indicados).

As agências de viagem online cobram taxas de serviço para a emissão da passagem aérea, ou seja, você vai pagar mais caro.

Além disso, todas as alterações (data, horário, rota, etc) que você pretender fazer na sua passagem, incluindo a solicitação de reembolsos, terão de ser feitas por meio da agência, que poderá cobrar taxas adicionais às taxas cobradas pelas próprias companhias aéreas.

Fique atento: alguns sites que divulgam promoções de passagens aéreas contêm links que te redirecionam para agências online. Se você fizer a compra por esse link, provavelmente pagará mais caro.

10. Não consultar os meta-buscadores

Antes de comprar passagens, é essencial pesquisar nos metabuscadores e avaliar as opções de voos e companhias aéreas mais baratas. Para saber mais, leia nosso post sobre os meta-buscadores.

Isso não significa que você deva comprar a passagem por meio dos metabuscadores. Veja o item anterior!

11. Não verificar se aquela tarifa é aplicável a você

Em alguns países da América do Sul, há tarifas especiais em voos domésticos para nacionais ou residentes do país. Ex. Peru e Equador. Caso você, estrangeiro, compre uma passagem como essa, deverá ter que pagar uma taxa extra na hora do embarque.

12. Apostar na antecipação ou postergação de voo

As principais companhias aéreas brasileiras contam com o serviço de antecipação ou postergação de voo no mesmo dia. É um serviço interessante, por exemplo, para o viajante de negócios que já fez o que tinha que fazer na cidade e quer voltar mais cedo para casa ou para quem precisa ficar mais tempo no destino.

Ocorre que, como falei, você só consegue fazê-lo no dia do voo e, tão somente, se houver assentos livres.

Por isso, você não deve se planejar contando que vá conseguir fazer a antecipação ou postergação do voo. O voo garantido, em princípio, é apenas aquele que você comprou!

13. Pousar ou decolar de aeroportos distantes

Antes de comprar uma passagem aérea para um aeroporto distante, você deverá levar em conta o tempo e o gasto de deslocamento até o seu destino final.

Explico. Você pode encontrar, por exemplo, uma passagem mais barata para o Aeroporto BVA, nos arredores de Paris. Entretanto, como ele fica longe do centro, antes de comprar as passagens, recomendo que você faça as contas e verifique se não compensa mesmo pousar nos aeroportos de Orly (ORY) ou Charles de Gaulle (CDG), que ficam mais próximos.

O mesmo se aplica ao caso de Viracopos (VCP), em Campinas/SP. Se você pretende ir para São Paulo, deve ter em mente os possíveis gastos de tempo e dinheiro para se deslocar entre Campinas e a capital paulista.

Por óbvio, havendo uma grande diferença de preço entre as passagens, pode valer a pena pousar ou decolar de aeroportos distantes.

14. Não levar em conta o programa de milhagem

Manter-se fiel a um programa de milhagem pode lhe render muitos benefícios. O principal deles é poder acumular milhas ou pontos que lhe permitirão emitir novas passagens quase de graça.

Se você é um viajante frequente, poderá ainda alcançar categorias mais elevadas que lhe oferecem acesso à Sala Vip, despacho gratuito de bagagem, seleção de assento gratuito, pontuação diferenciada, prioridade no check-in e no embarque, antecipação ou postergação de voo sem custo, dentre outros serviços.

Assim sendo, antes de comprar a passagem aérea, você deve avaliar quantos pontos ou milhas irá receber naquele voo. Observe os pontos totais que receberá, os quais poderão ser usados para adquirir passagens, e, ainda, os pontos elite, que lhe permitirão mudar de categoria no programa de fidelidade.

Em certos casos, pode valer a pena pagar um pouco a mais para receber esses pontos/milhas. Avalie!

Por outro lado, é importante que você compare, também, o preço das passagens aéreas com pontos e com dinheiro. Para passagens internacionais só de ida em companhias parceiras, pagar com pontos ou milhas aéreas costuma ser uma excelente opção.

15. Voar em companhias aéreas com dificuldades financeiras

Fuja de companhias aéreas com dificuldades financeiras! Sei que se todo mundo fizer isso, gera-se um circulo vicioso em que as condições financeiras da empresa só se agravam. Mas, também temos que ver o lado do consumidor, né?

Imagine ter um voo cancelado no dia do embarque e que nenhuma outra empresa aérea quer endossar o seu bilhete (pois, provavelmente, não irá receber nada da companhia em dificuldade). Sem a menor perspectiva de resolver o problema, você fica no aeroporto sem nenhuma assistência: hospedagem, alimentação e, principalmente, o transporte contratado. Os telefones de contato da empresa não atendem ou estão sempre ocupados. Um único funcionário no balcão de atendimento sofre para tentar dar uma solução que não depende só dele. Os passageiros ficam exaltados, mas isso não resolve nada.

Nos últimos anos, vi algo parecido em duas oportunidades no Brasil. Com a Varig, em 2006 e, recentemente, com a Avianca Brasil. Amigos e Familiares passaram por situações parecidas.

Por isso, recomendo sempre ficar atento ao noticiário. Essas coisas não acontecem de uma hora para outra. Cancelamentos frequentes podem ser indícios de que a empresa não está “muito bem das pernas”.

16. Ignorar os e-mails enviados pelas empresas aéreas

Após a compra da passagem, é sempre importante ficar atento aos e-mails encaminhados pelas empresas aéreas.

É comum que as companhias promovam alteração dos horários dos voos, cancelamentos, ou, até mesmo, deixem de operar uma determinada rota. Já presenciei essas três situações, sendo a primeira (alteração de horários) a mais frequente delas.

Em razão das normas da ANAC, as companhias devem oferecer possibilidade de reembolso ou reacomodação. O pior cenário, contudo, é quando elas deixam de operar determinada rota. Neste caso, você terá que usar, ainda que parcialmente, outro meio de transporte.

Na minha experiência, a Latam é a mais fácil para se lidar nessas situações. Costumam resolver rapidamente e te acomodar em uma opção bem vantajosa. Por outro lado, não posso dizer o mesmo da Azul Linhas Aéreas.

Quanto antes você souber da alteração ou cancelamento, melhores serão as suas alternativas para a solução do problema.

17. Voar em horários que te fazem perder o dia

Em voos de curta duração, recomendo escolher voos que partem cedo pela manhã ou no final da noite. Em voos de média e longa duração, recomendo partir no final da noite.

Tudo isso, obviamente, se houver disponibilidade de voos. Caso contrário, você terá que viajar no horário em que eles estiverem disponíveis.

Dessa forma, você aproveita melhor o seu dia. O período da tarde é o pior para se fazer viagens curtas, pois você não vai conseguir aproveitar bem a manhã  no local de partida (terá que arrumar malas, providenciar o deslocamento, etc.), nem o restante do dia local de destino (chegará muito tarde).

18. Escolher aeroportos errados

No Brasil e no exterior, existem aeroportos e cidades distintos, mas com nomes muito parecidos ou até idênticos. Por exemplo:

  • Campina Grande (CPV), na Paraíba, e Campo Grande (CGR), no Mato Grosso do Sul
  • São José dos Campos (SJK) e São José do Rio Preto (SJP). Ou ainda, San José (SJC), na California, ou San José (SJO), na Costa Rica.
  • London (LON), na Inglaterra e London (YXU), em Ontario/Canadá
  • Oukland (OAK), na Califórnia/Estados Unidos, e Auckland (AKL), Nova Zelândia

A proximidade de nomes das cidades ou dos códigos IATA pode fazer com que o passageiro desavisado compre uma passagem para localidade totalmente distinta da desejada.

A dica é sempre ficar atento na hora de comprar a passagem e, em caso de dúvida, consulte o aplicativo Google Maps.

Bônus: não verificar as diferenças de tarifa entre uma classe de serviço e outra

Em determinadas situações, viajar numa classe de serviço superior, como a Econômica Premium ou a Executiva, pode lhe custar apenas um pouco mais que na econômica.

A propósito, não é incomum que as tarifas mais elevadas da classe econômica sejam, até mesmo, superiores às tarifas mais baratas da classe executiva. Essa última situação aconteceu comigo ao comprar passagens pela Copa Airlines.

Tabela de Tarifas e Voos - Copa Airlines
Tabela de Tarifas e Voos: no último voo, a executiva está mais barata que a econômica

Portanto, na hora de adquirir a sua passagem, é fundamental que verifique a diferença entre as tarifas das diferentes classes de serviço e analise se não vale a pena optar pela classe superior.  Pode ser que por uma pequena quantia a mais (ou até por menos), você viaje com muito mais conforto.

E se eu cometi esses erros, o que fazer?

Nesses casos, a dica é entrar em contato com a companhia aérea ou com a agência de viagem na qual você adquiriu a passagem. Nem sempre eles vão poder resolver, mas não vislumbro outra solução. Em alguns casos, elas poderão cobrar taxas de remarcação ou diferenças de tarifas.

Caso o problema não tenha sido solucionado, você também poderá recorrer à agência reguladora (ANAC) ou aos órgãos de defesa do consumidor desde que a empresa tenha violado alguma norma aplicável.

É importante observar que, segundo a regulamentação da ANAC, o usuário poderá desistir da passagem aérea adquirida, sem qualquer ônus, desde que o faça no prazo de até 24 (vinte e quatro) horas, a contar do recebimento do seu comprovante. Entretanto, essa regra só se aplica às compras feitas com antecedência igual ou superior a 7 (sete) dias em relação à data de embarque (art. 11 da Resolução ANAC 400/2016).

E você? Cometeu algum erro diferente na aquisição de suas passagens aéreas? Conte-nos nos comentários!


6 comentários sobre “18 erros que você deve evitar ao comprar passagens aéreas

  1. Muito boas as dicas! É verdade que se os voos de conexão forem muito próximos e o passageiro perder o voo seguinte, a companhia aérea é obrigada a pagar a diferença de tarifas ou pagar diárias de hotel e alimentação?
    Quase aconteceu comigo no aeroporto de Frankfurt, conexão de voo vindo de Vienna, intervalo de 30 minutos para pegar voo ao Brasil, aeroporto muito grande, pontos de embarque muito distantes, tive que correr literalmente para não perder o voo.

    Grato
    Alexandre Brom

    1. Oi, Alexandre! As regras no Brasil são as seguintes:

      • atraso superior a 1 hora: a empresa deve oferecer facilidades de comunicação (ligações telefônicas ou acesoo à internet de forma gratuita)
      • se o atraso persistir e for superior a 2 horas: a empresa deve prover alimentação.
      • caso o atraso seja maior que 4 horas: o passageiro tem direito ao serviço de hospedagem, em caso de pernoite, e traslado de ida e volta.

      A empresa pode deixar de oferecer serviço de hospedagem para o passageiro que residir na localidade do aeroporto de origem.
      No exterior, sempre que tivemos problemas de atraso e perda de conexão, a companhia aérea nos colocou no voo seguinte. Quando o próximo voo era apenas no dia seguinte, também nos foi oferecido alimentação e hospedagem.
      Importante lembrar que isso só se aplica se a perda de conexão de responsabilidade da companhia aérea.

  2. Todos itens acima podem perfeitamente ser verificados através de uma Agência de Viagem. O item 9 é totalmente incorreto. É sempre é bom lembrar q o agente de Viagem é um profissional q acompanha o passageiro desde a compra da passagem até o seu retorno.
    Procure ser mais coerente em suas ponderações.

    1. Olá Mari! Coerência, por definição, é algo que tem nexo, lógica e racional. Este blog de viagens é destinado para pessoas que querem viajar por conta própria. Quem contrata agentes de viagens, em princípio, não precisaria ler esse conteúdo. O blog é baseado na minha experiência e nele está retratada a minha opinião e as minhas escolhas. Assim, tem nexo, lógica e racional, ou seja, coerência.
      Ademais, não vivemos num mundo onde exista apenas uma verdade. Há pessoas que viajam por conta própria, para as quais eu escrevo, e há pessoas que precisam de um apoio de um agente de viagens… e está tudo bem! 🙂
  3. Gostei das dicas, devemos planejar a viajem com antecedência para evitar problemas na compra de passagens aéreas, principalmente as internacionais que são complicadas para corrigir. planejar também todos os deslocamentos, hospedagem e locais a serem visitados para tornar a viajem a melhor possível.
    Obrigado, Abraços.
    1. Ola Marco Aurélio, que bom que gostou das dicas. Com planejamento, conseguimos minimizar muitos riscos que podem atrapalhar nossa viagem! Tem gente que gosta de viajar mais livre, sendo levado pelo vento rsrs, mas nós não somos tão despreocupados assim! Se precisar de alguma ajuda, conte com a gente! Abs, Luciana

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